Os nossos

Princípios Fundamentais

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IDEOLOGIA

O Manifesto X norteia-se por uma visão moderna de uma social-democracia que responda aos desafios do presente e do futuro, capaz de promover a felicidade dos cidadãos. Recusa a ideia do “fim da História” uma vez que só com uma ideologia estabelecida e explicitada se consegue um corpo sólido e honesto de princípios e valores que norteiam o entendimento sobre a realidade em mudança e criam um verdadeiro sentido de propósito.

O Manifesto X tem raiz democrática. Pretende ver as suas medidas implementadas num contexto de acção política democrática, combatendo a passividade, o autoritarismo ou o populismo. Tem como propósito a reforma do sistema democrático por dentro, respeitando as suas instituições e os compromissos assumidos, mas incentivando a criação de mais mecanismos de acção política como os referendos, iniciativas cidadãs e a descentralização de decisões políticas.

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DEMOCRACIA
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DEMOCRACIA

O Manifesto X tem raiz democrática. Pretende ver as suas medidas implementadas num contexto de acção política democrática, combatendo a passividade, o autoritarismo ou o populismo. Tem como propósito a reforma do sistema democrático por dentro, respeitando as suas instituições e os compromissos assumidos, mas incentivando a criação de mais mecanismos de acção política como os referendos, iniciativas cidadãs e a descentralização de decisões políticas.

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HUMANISMO

A raiz de valores éticos do Manifesto X é a do Humanismo Europeu, agnóstico e paladino da liberdade religiosa. Vê o ser humano como ente completo, ético e merecedor de felicidade, realização e bem-estar. Entende-o como plenamente responsável pelo compromisso consigo próprio e para com a sociedade. Não confunde a acção política com a ética individual e advoga a responsabilidade individual, não a regulação das consciências.

O Manifesto X norteia-se pelo princípio da cooperação entre todos. Reconhecendo os interesses próprios (por vezes conflituantes) de indivíduos e grupos, acredita que o foco no respeito mútuo e na reciprocidade gerarão comportamentos, das forças ou classes sociais, conducentes ao bem comum.

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COOPERAÇÃO
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COOPERAÇÃO

O Manifesto X norteia-se pelo princípio da cooperação entre todos. Reconhecendo os interesses próprios (por vezes conflituantes) de indivíduos e grupos, acredita que o foco no respeito mútuo e na reciprocidade gerarão comportamentos, das forças ou classes sociais, conducentes ao bem comum.

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ESTADO SOCIAL (solidariedade)

O Manifesto X entende que o Estado Social, visto como o sistema de garantia colectiva da igualdade de oportunidades e de preservação da dignidade individual e familiar, é uma pedra basilar da política. Entende, por isso, que é inquestionável o papel do Estado na regulação do bem-estar social e na garantia de condições de dignidade em todos os domínios e para todos os cidadãos.

O Manifesto X vê o sistema capitalista como um mecanismo essencial para o crescimento económico. Contudo, reconhece que o mercado já produziu evidência suficiente de falhas, pelo que tem de ser regulado pela vontade política. Não advoga, por isso, “deixar os mercados a si próprios” mas sim, regular e reformar o seu funcionamento, designadamente as suas dinâmicas recentes (como o acentuar das desigualdades), para que esteja assegurada uma repartição justa e segura dos benefícios do crescimento.

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MERCADOS
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MERCADOS

O Manifesto X vê o sistema capitalista como um mecanismo essencial para o crescimento económico. Contudo, reconhece que o mercado já produziu evidência suficiente de falhas, pelo que tem de ser regulado pela vontade política. Não advoga, por isso, “deixar os mercados a si próprios” mas sim, regular e reformar o seu funcionamento, designadamente as suas dinâmicas recentes (como o acentuar das desigualdades), para que esteja assegurada uma repartição justa e segura dos benefícios do crescimento.

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FELICIDADE

O Manifesto X tem uma visão holística das pessoas e da sociedade, encontrando nos estudos da “Economia da Felicidade” a forma mais eficiente de desenhar políticas públicas. Defende que a procura da felicidade é o mais importante e fundamental dos desejos humanos. Entende, por isso, que as escolhas de política devem ser analisadas na perspectiva do que faz os Portugueses mais felizes.

Entende o Manifesto X que é preciso autoridade moral para governar concidadãos. Assim, não admite que quem não cumpre, ou cumpriu, padrões básicos de ética possa ter responsabilidades políticas. Advoga o rigor na selecção e monitorização dos representantes públicos. Só assim será possível afastar incompetentes e corruptos e defender, de ataques e pressões externas, os comprometidos com a causa pública.

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ÉTICA PÚBLICA
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ÉTICA PÚBLICA

Entende o Manifesto X que é preciso autoridade moral para governar concidadãos. Assim, não admite que quem não cumpre, ou cumpriu, padrões básicos de ética possa ter responsabilidades políticas. Advoga o rigor na selecção e monitorização dos representantes públicos. Só assim será possível afastar incompetentes e corruptos e defender, de ataques e pressões externas, os comprometidos com a causa pública.

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RIGOR

Entende o Manifesto X que o espaço de discussão política deve ser norteado por um extremo rigor na análise, na proposta e na argumentação. Esforçar-se-á por ter uma perspectiva completa, informada e quantificada dos temas que trata. Quererá ter contraditório substantivo e factual. Rejeitará as falácias da parcialidade, os argumentos ardilosos e os “sound bites” populistas e inconsequentes como formulação das suas propostas.

O Manifesto pretende ser uma plataforma de esperança. Não acredita em fatalismos de nenhum quadrante nem no destino que não o que se constrói. Acredita que está nas mãos de cada um, e sobretudo de todos, fazer as escolhas responsáveis que assegurem um futuro mais justo, mais digno e mais promissor para todos. Acredita nas pessoas e no País. No seu potencial e na sua capacidade de se exceder. Acredita numa utopia de um Portugal cooperante, solidário e maior – em si mesmo e no seu papel no Mundo. Sem esperança não se consegue construir e não vale a pena lutar.

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ESPERANÇA
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ESPERANÇA

O Manifesto pretende ser uma plataforma de esperança. Não acredita em fatalismos de nenhum quadrante nem no destino que não o que se constrói. Acredita que está nas mãos de cada um, e sobretudo de todos, fazer as escolhas responsáveis que assegurem um futuro mais justo, mais digno e mais promissor para todos. Acredita nas pessoas e no País. No seu potencial e na sua capacidade de se exceder. Acredita numa utopia de um Portugal cooperante, solidário e maior – em si mesmo e no seu papel no Mundo. Sem esperança não se consegue construir e não vale a pena lutar.